A Reforma Tributária brasileira entrou em sua fase final de implantação – e isso muda completamente o jogo para empresas, contadores e gestores financeiros.

Com a publicação da Lei Complementar nº 227/2026, o que antes era apenas discussão e planejamento começa a se transformar em impacto direto na rotina fiscal, contábil e operacional das empresas. Processos, sistemas, apuração de tributos, aproveitamento de créditos e até a forma de pagar impostos passam por uma transformação profunda.

Não se trata mais de “se preparar para o futuro”.
Agora é entender o que já mudou, o que está mudando e o que precisa ser ajustado imediatamente para evitar riscos, perdas financeiras e problemas fiscais.

Neste artigo, você vai entender:

  • O que muda na prática com a LC 227/2026
  • Quais pontos exigem atenção imediata das empresas
  • Como a implantação do IBS e da CBS afeta a operação
  • O impacto no ICMS, ITCMD e no Simples Nacional
  • E, principalmente, como se organizar para atravessar essa transição com segurança e eficiência


A Reforma Tributária saiu do papel – e entrou no dia a dia das empresas

Durante anos, a Reforma Tributária foi tratada como um projeto distante. Agora, ela está em execução.

Com a LC 227/2026, o sistema tributário brasileiro começa a operar em um modelo completamente novo, com destaque para:

  • A consolidação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)
  • A implementação da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)
  • Novas regras de crédito, compensação e devolução de tributos
  • Mudanças relevantes em impostos estaduais e no Simples Nacional

Na prática, isso significa que:

Empresas que não revisarem seus processos fiscais e financeiros agora correm o risco de pagar mais imposto do que deveriam, perder créditos, errar apurações e aumentar sua exposição a autuações.

Saldo credor de ICMS: o que muda e por que isso importa

Um dos pontos mais sensíveis da LC 227/2026 é o tratamento do saldo credor de ICMS.

A nova legislação traz regras mais claras — e mais rígidas — sobre:

  • Compensação de ICMS
  • Diferença entre ICMS próprio e ICMS-ST
  • Créditos ligados ao CIAP (ativo imobilizado)
  • Transferência de créditos a terceiros

Na prática, isso exige:

  • Controle muito mais preciso dos créditos acumulados
  • Organização documental impecável
  • Sistemas preparados para rastrear origem, uso e destino desses créditos

Empresas que não tiverem isso organizado podem simplesmente perder dinheiro na transição para o novo modelo.

ITCMD: mudanças importantes, inclusive para bens no exterior

Outro ponto que chama atenção é a atualização das regras do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação).

A LC 227/2026 avança em temas como:

  • Tributação de bens e direitos no exterior
  • Regras mais claras para incidência em heranças e doações internacionais
  • Maior integração entre fiscos estaduais e federais

Isso impacta diretamente:

  • Planejamentos patrimoniais
  • Holdings familiares
  • Estruturas societárias com ativos fora do Brasil

Se antes esse tema era tratado de forma secundária por muitas empresas e famílias empresárias, agora ele entra definitivamente no radar estratégico.


Simples Nacional e o “Simples Híbrido”: atenção redobrada

A Reforma também mexe em um dos regimes mais populares do Brasil: o Simples Nacional.

Com a chegada do chamado Simples Híbrido, surge um cenário em que:

  • Parte dos tributos pode seguir no Simples
  • Outra parte pode migrar para o novo modelo de IBS/CBS
  • A apuração fica mais complexa
  • A escolha errada pode aumentar significativamente a carga tributária

Ou seja: estar no Simples não significa mais, automaticamente, estar no regime mais vantajoso.

Agora, planejamento tributário deixa de ser opcional e passa a ser obrigatório para sobreviver bem nesse novo cenário.

IBS, CBS e a nova lógica da tributação sobre consumo

A implantação do IBS e da CBS muda completamente a lógica da tributação sobre bens e serviços no Brasil.

Alguns pontos críticos dessa transição:

  • Novas regras de crédito e não cumulatividade
  • Tratamento de fornecimentos não onerosos
  • Regras para pagamento antecipado
  • Implementação do Split Payment (separação automática do imposto no pagamento)
  • Impactos em devoluções e estornos
  • Créditos ligados a obrigações trabalhistas
  • Regimes específicos para determinados setores
  • Novas penalidades e regras de consulta fiscal

Tudo isso exige:

  • Processos mais estruturados
  • Sistemas mais inteligentes
  • Integração entre fiscal, financeiro e contábil
  • E, principalmente, visão estratégica sobre dados e operações

O maior risco agora não é pagar imposto. É pagar errado.

Com a Reforma em fase final de implantação, o maior perigo para as empresas não é apenas a carga tributária.

É:

  • Apurar errado
  • Perder créditos
  • Não aproveitar oportunidades legais
  • Criar passivos fiscais sem perceber
  • Tomar decisões com base em dados desorganizados

Em um sistema mais técnico e integrado, quem não tem controle, paga mais – ou paga duas vezes.

Onde a DNA Financeiro entra nessa história

É exatamente aqui que a DNA Financeiro se torna estratégica para empresas e escritórios contábeis.

A nova realidade tributária exige:

  • Dados organizados
  • Processos automatizados
  • Visão clara de receitas, despesas e impostos
  • Integração entre financeiro, fiscal e contábil
  • E tomada de decisão baseada em números reais, não em achismos

A DNA Financeiro foi criada justamente para isso:
Transformar a gestão financeira e fiscal em um processo simples, inteligente e estratégico.

Com a DNA, sua empresa consegue:

  • Ter visão clara do fluxo de caixa e dos impactos tributários
  • Organizar informações financeiras de forma estruturada
  • Reduzir retrabalho e erros operacionais
  • Apoiar o contador com dados confiáveis e em tempo real
  • Se preparar para o novo modelo tributário com muito mais segurança

Em vez de reagir à Reforma Tributária, você passa a se antecipar a ela.

Reforma Tributária não é só sobre impostos. É sobre gestão.

As empresas que vão sair na frente nesse novo cenário não são as que apenas “calculam o imposto certo”.

São as que:

  • Têm processos organizados
  • Usam tecnologia a favor da gestão
  • Tomam decisões baseadas em dados
  • E tratam o financeiro como área estratégica – não só operacional

E é exatamente esse o posicionamento da DNA Financeiro.

Quer ver como isso funciona na prática?

Se você quer:

  • Reduzir riscos fiscais
  • Ter mais clareza sobre seus números
  • Preparar sua empresa para a nova realidade tributária
  • E transformar seu financeiro em uma ferramenta de crescimento

Conheça a DNA Financeiro e veja como modernizar sua gestão agora.