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	<title>Fernando Porto, Autor em Blog DNA Financeiro</title>
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	<description>Blog sobre Tecnologia e Empreendedorismo</description>
	<lastBuildDate>Fri, 07 Nov 2025 21:23:55 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Fernando Porto, Autor em Blog DNA Financeiro</title>
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	<item>
		<title>Aluguéis e Patrimônio: O Guia da Conformidade na Nova Era Fiscal (LC 214/2025 e SINTER)</title>
		<link>https://dnafinanceiro.com/blog/alugueis-e-patrimonio-o-guia-da-conformidade-na-nova-era-fiscal-lc-214-2025-e-sinter/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=alugueis-e-patrimonio-o-guia-da-conformidade-na-nova-era-fiscal-lc-214-2025-e-sinter</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Porto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 21:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade e Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aprovação da Lei Complementar nº 214/2025, que regulamenta a Reforma Tributária (Emenda Constitucional nº 132/2023), e a Instrução Normativa RFB nº 2275/2025, que implementa o Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (SINTER) e o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB), marcam o fim da tolerância à omissão de rendimentos de aluguel.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aluguéis e Patrimônio: O Guia da Conformidade na Nova Era Fiscal (LC 214/2025 e SINTER)</strong></h2>



<p>A aprovação da Lei Complementar nº 214/2025, que regulamenta a Reforma Tributária (Emenda Constitucional nº 132/2023), e a Instrução Normativa RFB nº 2275/2025, que implementa o Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (<strong>SINTER</strong>) e o <strong>Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB)</strong>, marcam o fim da tolerância à omissão de rendimentos de aluguel.</p>



<p>Com o novo regime fiscal, que inclui o <strong>IVA Dual (IBS e CBS)</strong>, e a fiscalização em tempo real dos cartórios pela Receita Federal, proprietários de imóveis, sejam Pessoas Físicas ou Jurídicas, precisam urgentemente adequar seus contratos e declarações.</p>



<p>Confira a seguir um resumo do que muda, separado por perfil de contribuinte, e as estratégias de planejamento tributário mais seguras.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para a Pessoa Física: O Fim do &#8220;Aluguel Informal&#8221;</strong></h2>



<p>O maior impacto para a PF que aluga imóveis é a transformação do sistema de fiscalização e a possibilidade de se tornar contribuinte do novo imposto sobre consumo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. O Olhar do Fisco Está Sobre Você (CIB e SINTER)</strong></h3>



<p>O SINTER e o CIB dão à Receita Federal e aos Fiscos Estaduais/Municipais uma <strong>visibilidade total</strong> sobre o seu patrimônio.</p>



<ul>
<li><strong>Rastreamento Unificado:</strong> Cada imóvel passa a ter um identificador único (CIB). Os Cartórios de Registro e Tabelionatos são obrigados a informar, de forma <strong>mensal</strong>, todas as transações, incluindo contratos de locação e promessas, e seus valores (IN RFB 2275/2025).</li>



<li><strong>Valor de Referência:</strong> O Fisco terá acesso a um <strong>valor de referência</strong> do imóvel, usado como parâmetro de mercado. Declarar aluguéis abaixo desse valor aumentará o risco de fiscalização e <strong>arbitramento</strong> da base de cálculo (multa).</li>



<li><strong>Conformidade:</strong> A única forma de se proteger é <strong>formalizar</strong> os contratos e <strong>declarar</strong> rigorosamente os valores recebidos (Carnê-Leão e IRPF). A omissão de rendimento de aluguel sujeita o contribuinte a multa de ofício de, no mínimo, <strong>75%</strong> do imposto devido, mais juros.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Novo Imposto (IBS e CBS) — Quando a PF Paga?</strong></h3>



<p>O IBS e o CBS (o novo IVA) incidem sobre o serviço de locação, mas a PF só será considerada contribuinte regular se atingir altos patamares de receita e volume:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Critério de Enquadramento (Art. 251, LC 214/2025)</strong></td><td><strong>Carga Tributária</strong></td></tr><tr><td>Locação de <strong>mais de 3 imóveis distintos</strong> <strong>E</strong> Receita Bruta Anual de aluguéis superior a <strong>R$ 240.000,00</strong> (valor corrigido anualmente) <strong>OU</strong> Receita total superior a <strong>R$ 288.000,00</strong> (apenas receita de locação).</td><td>IBS/CBS (Alíquota Efetiva Reduzida em 70% $\approx 7,95\%$) <strong>+ IRPF</strong> (Até 27,5% sobre a renda)</td></tr><tr><td><strong>Abaixo dos limites</strong> (e sem habitualidade)</td><td><strong>Apenas IRPF</strong> (Alíquota Progressiva até 27,5% sobre a renda)</td></tr><tr><td><strong>Aluguel por Temporada</strong> (ex.: Airbnb)</td><td>Tributado como serviço de hotelaria, com redução de <strong>40%</strong> na alíquota padrão do IVA.</td></tr></tbody></table></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Estratégias de Planejamento Patrimonial e Sucessório</strong></h3>



<p>Para quem cede imóvel para uso (sem aluguel), o planejamento correto pode evitar o IRPF e o novo IVA.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Estratégia</strong></td><td><strong>Objetivo</strong></td><td><strong>Vantagem Fiscal</strong></td><td><strong>Risco Fiscal</strong></td></tr><tr><td><strong>Contrato de Comodato</strong></td><td>Cessão <strong>GRATUITA</strong> do imóvel (para filho, familiar).</td><td>Não é operação onerosa. <strong>Não incide IRPF, IBS ou CBS</strong>.</td><td>Fiscalização pode arbitrar se houver qualquer contraprestação financeira disfarçada. Deve ser <strong>genuinamente gratuito</strong>.</td></tr><tr><td><strong>Doação com Reserva de Usufruto</strong></td><td>Planejamento sucessório em vida.</td><td>Pagamento do <strong>ITCMD</strong> (Imposto Estadual, com alíquotas limitadas a 8%) apenas sobre a doação. O usufrutuário (quem mora) <strong>não paga IRPF</strong> sobre moradia.</td><td>Alto custo de formalização (cartório e ITCMD).</td></tr></tbody></table></figure>



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        </figure>
    </a>
</div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para a Pessoa Jurídica: Créditos e Adequação</strong></h2>



<p>A PJ, que já pagava PIS, COFINS, IRPJ e CSLL sobre a locação, terá uma mudança no imposto sobre consumo, migrando para o sistema de não cumulatividade plena do IVA.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Redução na Carga do Consumo (IBS e CBS)</strong></h3>



<ul>
<li><strong>Substituição:</strong> PIS/COFINS (3,65% no cumulativo) e ISS (municipal) serão substituídos pelo IBS e CBS.</li>



<li><strong>Alíquota Reduzida:</strong> A locação de imóveis (exceto por temporada) terá uma <strong>redução de 70%</strong> na alíquota padrão do IVA (o que leva a uma alíquota efetiva de $\approx 7,95\%$ sobre o aluguel).</li>



<li><strong>Não Cumulatividade:</strong> O maior benefício é a <strong>não cumulatividade plena</strong>. A PJ poderá tomar <strong>crédito</strong> do IBS e CBS pagos em praticamente todas as aquisições de bens e serviços utilizados na atividade de locação (manutenção, limpeza, administração, etc.), o que reduz o custo tributário final.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Adequação e Transição</strong></h3>



<p>A atenção da PJ deve ser redobrada:</p>



<ul>
<li><strong>Emissão de NF-e:</strong> A obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para locação será ampliada com a necessidade de recolhimento do IBS e CBS.</li>



<li><strong>Contratos Antigos:</strong> A LC 214/2025 prevê uma <strong>regra de transição</strong> que permite a manutenção de benefícios fiscais para contratos celebrados antes de 16/01/2025, desde que estejam <strong>registrados em cartório</strong> até 31 de dezembro de 2025. <strong>Aja rapidamente.</strong></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão: O Novo Paradigma é a Transparência</strong></h2>



<p>A junção da <strong>Reforma Tributária (LC 214/2025)</strong> e da <strong>Integração de Dados (IN RFB 2275/2025)</strong> cria um ecossistema fiscal que exige total transparência. A Receita Federal terá todas as ferramentas para cruzar o valor declarado de aluguéis (IRPF) com os dados de registro do imóvel (SINTER/CIB), com multas pesadas para quem se omitir.</p>



<p><strong>A palavra de ordem é planejamento:</strong> renegociar contratos, formalizar cessões gratuitas via comodato e avaliar o planejamento sucessório via usufruto são passos cruciais para a adequação à nova realidade fiscal do Brasil.</p>



<p><em>Gostaria de agendar uma consultoria para avaliar o seu portfólio de imóveis e calcular o impacto real das novas alíquotas de IBS/CBS e IRPF?</em></p>



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</div>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img src="https://dnafinanceiro.com/blog/wp-content/uploads/2025/11/IMG_1451.jpeg?x13604" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://dnafinanceiro.com/blog/author/luiz-portodnafinanceiro-com/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Fernando Porto</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"></div></div><div class="clearfix"></div></div></div>O post <a href="https://dnafinanceiro.com/blog/alugueis-e-patrimonio-o-guia-da-conformidade-na-nova-era-fiscal-lc-214-2025-e-sinter/">Aluguéis e Patrimônio: O Guia da Conformidade na Nova Era Fiscal (LC 214/2025 e SINTER)</a> apareceu primeiro em <a href="https://dnafinanceiro.com/blog">Blog DNA Financeiro</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil: o que muda na prática e como se preparar para 2026</title>
		<link>https://dnafinanceiro.com/blog/isencao-do-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil-o-que-muda-na-pratica-e-como-se-preparar-para-2026/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=isencao-do-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil-o-que-muda-na-pratica-e-como-se-preparar-para-2026</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Porto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 20:56:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dnafinanceiro.com/blog/?p=6351</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou o projeto que amplia a isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para quem recebe até R$ 5.000 por mês. A mudança promete beneficiar milhões de brasileiros e exige atenção especial de contadores, empresas e profissionais autônomos para ajustes operacionais a partir de 2026, quando a nova regra deve entrar em vigor após sanção presidencial.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou o projeto que amplia a isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para quem recebe até <strong>R$ 5.000 por mês</strong>. A mudança promete beneficiar milhões de brasileiros e exige atenção especial de contadores, empresas e profissionais autônomos para ajustes operacionais a partir de <strong>2026</strong>, quando a nova regra deve entrar em vigor após sanção presidencial.</p>



<p>Neste artigo, reunimos <strong>tudo o que você precisa saber</strong>, de forma simples, completa e prática.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<div role="main" id="formulario-de-interesse-em-contabilidade-online-blog-7f7dae08cf5b4936ea0a"></div><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('formulario-de-interesse-em-contabilidade-online-blog-7f7dae08cf5b4936ea0a', 'UA-43028256-2').createForm();</script>



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<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Resumo rápido (para quem tem pressa)</strong></h2>



<ul>
<li>Renda mensal de até <strong>R$ 5.000</strong> ficará <strong>100% isenta</strong> de IR.</li>



<li>Faixa entre <strong>R$ 5.000,01 e R$ 7.350</strong> terá <strong>desconto progressivo</strong>, reduzindo bastante o imposto.</li>



<li>O governo pretende compensar a perda com <strong>maior tributação sobre rendas altas</strong>, incluindo altas distribuições e dividendos.</li>



<li>A mudança deve começar a valer em <strong>janeiro de 2026</strong>.</li>



<li>Empresas e escritórios de contabilidade precisarão revisar <strong>folhas de pagamento, retenções na fonte e simulações tributárias</strong>.</li>
</ul>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>O que muda no Imposto de Renda</strong></h1>



<p>A novidade mais comentada é a ampliação da faixa de isenção para <strong>R$ 5.000/mês</strong>, um salto expressivo se comparado às regras atuais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Isenção total até R$ 5.000</strong></h3>



<p>Quem recebe até esse valor não terá qualquer retenção de IR na fonte e deve ser dispensado do imposto no cálculo anual, salvo se houver outras rendas tributáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Faixa de transição: até R$ 7.350</strong></h3>



<p>Rendimentos entre <strong>R$ 5.000,01 e R$ 7.350</strong> terão um <strong>desconto progressivo</strong>, reduzindo boa parte do imposto devido.</p>



<p>Essa faixa impede um “salto” tributário e ajuda trabalhadores que ganham um pouco acima da isenção.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Para quem ganha acima de R$ 7.350</strong></h3>



<p>A tributação volta a seguir a lógica tradicional da tabela progressiva, sem o desconto.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Por que isso está acontecendo?</strong></h1>



<p>A ampliação da isenção beneficia fortemente a base da população — especialmente trabalhadores que viram seu salário perder poder de compra nos últimos anos.</p>



<p>Para compensar a perda de arrecadação, o projeto prevê:</p>



<ul>
<li>maior tributação sobre <strong>altas rendas</strong>,</li>



<li>aplicação de alíquota mínima para quem ganha acima de <strong>R$ 600 mil/ano</strong>,</li>



<li>aumento progressivo até rendimentos superiores a <strong>R$ 1,2 milhão/ano</strong>,</li>



<li>possibilidade de tributação ampliada sobre <strong>dividendos de grandes fortunas</strong>.</li>
</ul>



<p>O objetivo é tornar o sistema mais progressivo: quem ganha mais, paga mais.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Quando começa a valer?</strong></h1>



<p>A expectativa — baseada no texto aprovado e em análises oficiais — é de que a mudança entre em vigor em <strong>janeiro de 2026</strong>, após a sanção presidencial e publicação no Diário Oficial.</p>



<p><strong>Até lá tudo segue como está hoje.</strong></p>



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        </figure>
    </a>
</div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Como isso afeta o trabalhador?</strong></h1>



<p>Para quem ganha até R$ 5.000 mensais, o impacto é imediato:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>aumento do salário líquido</strong><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> mais dinheiro disponível no mês<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> redução da retenção na fonte</p>



<p><strong>Exemplo simplificado:</strong><br>Um trabalhador com salário bruto de R$ 4.500 pode ter hoje retenção de IR dependendo das deduções. Com a nova regra, passaria a <strong>não pagar nada</strong> de imposto.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Impactos para empresas e departamentos de RH</strong></h1>



<p>As áreas de DP e contabilidade devem se preparar para atualizar processos e sistemas:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Atualização das tabelas de IRRF</strong></h3>



<p>Sistemas de folha precisarão aplicar automaticamente as novas faixas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Ajustes no cálculo do líquido</strong></h3>



<p>O aumento do salário líquido pode gerar dúvidas em colaboradores — recomenda-se criar FAQ interno.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Comunicação com colaboradores</strong></h3>



<p>É estratégico enviar comunicados explicativos para evitar confusão sobre o holerite.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Revisões de contratos, acordos e benefícios</strong></h3>



<p>Alterações de retenção podem impactar:</p>



<ul>
<li>cláusulas de remuneração líquida,</li>



<li>projeções de custo de pessoal,</li>



<li>benefícios atrelados ao salário bruto ou líquido.</li>
</ul>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Impactos para contadores</strong></h1>



<p>Para escritórios contábeis, a mudança exige uma revisão mais profunda:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Adequação de sistemas e ERPs </p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Recalcular projeções de IRPF e estimativas de clientes </p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Revisar planejamentos tributários de empresas e sócios </p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Analisar efeitos sobre pró-labore e distribuição de lucros </p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Orientar MEIs e autônomos sobre retenções e carnê-leão </p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Preparar comunicados e materiais explicativos</p>



<p>Profissionais de contabilidade terão papel fundamental em orientar empresas e pessoas físicas para evitar recolhimentos indevidos e aproveitar corretamente os benefícios.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>E para MEIs e autônomos?</strong></h1>



<p><strong>MEI</strong></p>



<p>O MEI em si não muda, mas <strong>o titular pessoa física</strong> pode ser beneficiado:</p>



<ul>
<li>pró-labore até R$ 5.000 tende a ficar isento,</li>



<li>lucros distribuídos permanecem seguindo regras específicas,</li>



<li>casos mistos devem ser analisados individualmente.</li>
</ul>



<p><strong>Autônomos</strong></p>



<p>Quem emite RPA e tem IR retido na fonte deve sentir alívio imediato no líquido.<br>Para quem usa <strong>carnê-leão</strong>, o cálculo mensal deve seguir as novas faixas quando entrarem em vigor.</p>



<p><strong>Profissionais liberais</strong></p>



<p>Se trabalham como pessoa física, terão impacto direto no imposto.<br>Se atuam via PJ, é necessária atenção redobrada na estratégia pró-labore x lucros.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Perguntas frequentes</strong></h1>



<p><strong>Quem ganha R$ 5.000 ficará totalmente isento?</strong></p>



<p>Sim &#8211; dentro da proposta aprovada, essa faixa é de isenção total.</p>



<p><strong>O 13º salário também ficará isento?</strong></p>



<p>Dependerá da regulamentação da Receita Federal quando publicar a instrução normativa para 2026.</p>



<p><strong>A partir de quando meu holerite muda?</strong></p>



<p>Somente após a vigência oficial &#8211; previsão de janeiro de 2026.</p>



<p><strong>Preciso retificar minha declaração de 2025?</strong></p>



<p>Não. A mudança não é retroativa.</p>



<p><strong>Empresas pagarão menos encargos?</strong></p>



<p>Não. INSS, FGTS e encargos permanecem iguais &#8211; o que muda é o IR retido na fonte.</p>



<p><strong>Pessoas com múltiplas rendas continuam isentas?</strong></p>



<p>Depende: salário + aluguel + dividendos podem ultrapassar a faixa e gerar IR. </p>



<p>É necessário simular caso a caso.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Como se preparar agora</strong></h1>



<p>Mesmo antes da vigência, empresas e escritórios podem adiantar o trabalho:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> atualizar sistemas de folha e DP<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> criar comunicados internos<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> simular cenários para clientes<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> revisar planejamentos de pró-labore<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> ajustar contratos e projeções salariais<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> acompanhar a sanção e a publicação oficial</p>



<p>A mudança é grande e tende a beneficiar boa parte da população — mas exige atenção técnica e operacional para ser aplicada corretamente.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h1>



<p>A ampliação da isenção do IR para quem ganha até R$ 5.000 é uma das mais relevantes mudanças no sistema tributário recente. Ela traz alívio para trabalhadores, obriga empresas a revisarem suas operações e desafia contadores a atualizarem suas rotinas e orientações.</p>



<p>A DNA Financeiro continuará acompanhando todas as atualizações tributárias para manter empresas e contadores sempre à frente.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Simples Nacional 2025: o que muda com a Reforma Tributária e como se preparar</title>
		<link>https://dnafinanceiro.com/blog/simples-nacional-2025-o-que-muda/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=simples-nacional-2025-o-que-muda</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Porto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 20:40:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Microempreendedor Individual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a Reforma Tributária e uma série de novas resoluções do Comitê Gestor (CGSN), o sistema passa por ajustes importantes em 2025, que afetam prazos, obrigações, limites de receita e até o modo como as notas fiscais serão emitidas.</p>
O post <a href="https://dnafinanceiro.com/blog/simples-nacional-2025-o-que-muda/">Simples Nacional 2025: o que muda com a Reforma Tributária e como se preparar</a> apareceu primeiro em <a href="https://dnafinanceiro.com/blog">Blog DNA Financeiro</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Simples Nacional</strong> é o regime tributário mais utilizado pelas micro e pequenas empresas do Brasil e, por isso, qualquer mudança nele impacta diretamente milhões de empreendedores e contadores.</p>



<p>Com a <strong>Reforma Tributária</strong> e uma série de novas <strong>resoluções do Comitê Gestor (CGSN)</strong>, o sistema passa por <strong>ajustes importantes em 2025</strong>, que afetam prazos, obrigações, limites de receita e até o modo como as notas fiscais serão emitidas.</p>



<p>Neste artigo, a DNA Financeiro reuniu as <strong>principais novidades do Simples Nacional</strong> e o que você precisa saber para se preparar para 2026.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Simples Nacional continua — mas com ajustes para o novo sistema (IBS e CBS)</strong></h2>



<p>Uma das maiores dúvidas entre empresários é: <strong>o Simples Nacional vai acabar com a Reforma Tributária?</strong><br>A resposta é <strong>não</strong>.</p>



<p>O regime <strong>será mantido</strong>, mas passará por <strong>adaptações técnicas e operacionais</strong> para se alinhar ao novo modelo de tributos sobre consumo &#8211; o <strong>IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)</strong> e a <strong>CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)</strong>, criados pela <strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong>.</p>



<p>Na prática, isso significa que:</p>



<ul>
<li>As empresas continuarão <strong>recolhendo tudo pelo DAS</strong>;</li>



<li>A Receita Federal e os fiscos estaduais e municipais farão um <strong>novo rateio automático das receitas</strong>;</li>



<li>O Simples Nacional será <strong>integrado ao modelo unificado</strong> do IBS e da CBS, mantendo sua lógica simplificada, mas com <strong>campos novos nas notas fiscais e obrigações acessórias ajustadas</strong>.</li>
</ul>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fontes: Emenda Constitucional nº 132/2023 e LC 214/2025.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Novo prazo de regularização para evitar exclusão do Simples Nacional</strong></h2>



<p>A Receita Federal anunciou uma medida importante para empresas com débitos: agora, quem receber o <strong>Termo de Exclusão</strong> terá <strong>90 dias</strong> (antes eram 30) para regularizar as pendências &#8211; seja pagando ou parcelando &#8211; e evitar a exclusão do regime a partir de <strong>1º de janeiro de 2026</strong>.</p>



<p>Além disso, o contribuinte mantém <strong>30 dias para apresentar defesa administrativa</strong> contra o termo, conforme o Decreto nº 70.235/1972.</p>



<p>Isso dá um fôlego extra para empreendedores e contadores ajustarem a situação fiscal antes de perder os benefícios do Simples.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fonte: Receita Federal (ago/2025).</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Prorrogação de vencimento do DAS</strong></h2>



<p>Devido a instabilidades no sistema de emissão de guias, o CGSN publicou a <strong>Resolução nº 179/2025</strong>, prorrogando o prazo de vencimento do <strong>DAS referente a abril/2025</strong> de 20/05 para <strong>28/05/2025</strong>.</p>



<p>Embora pareça uma mudança pontual, a medida reforça a <strong>flexibilidade do Comitê Gestor</strong> diante de dificuldades técnicas — um ponto positivo em meio à digitalização crescente das obrigações fiscais.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fonte: gov.br / Simples Nacional.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Mudanças nas Notas Fiscais: IBS e CBS entram em cena</strong></h2>



<p>A <strong>Nota Técnica 2025/002 (versão 1.10)</strong> trouxe novidades na emissão de <strong>NF-e e NFC-e</strong>, preparando o ambiente para o novo sistema tributário.</p>



<p>A partir de <strong>2026</strong>, as notas fiscais passarão a incluir <strong>campos específicos para IBS e CBS</strong>, mas:</p>



<ul>
<li>Os optantes do <strong>Simples Nacional (CRT = 1)</strong> e <strong>MEI (CRT = 4)</strong> terão <strong>dispensa temporária</strong> de preencher esses campos durante a fase de testes (2026–2027);</li>



<li>As demais empresas precisarão adaptar seus <strong>ERPs e emissores de notas</strong> para cumprir as novas validações.</li>
</ul>



<p>A boa notícia é que as empresas do Simples terão <strong>tempo de adaptação gradual</strong> &#8211; e a DNA Financeiro já está preparada para integrar automaticamente esses novos campos nos sistemas contábeis.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Atualizações no CT-e e regimes especiais</strong></h2>



<p>As versões <strong>1.04 e 1.05 da Nota Técnica 2025.001</strong> atualizam o <strong>Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)</strong> com novas regras para contribuintes do Simples Nacional.</p>



<p>Essas mudanças incluem:</p>



<ul>
<li>Ajustes para operações de transporte interestadual e interestadual com IBS/CBS;</li>



<li>Validações diferenciadas para <strong>compras governamentais</strong>;</li>



<li>Campos opcionais durante o período de transição (2026–2028).</li>
</ul>



<p>Essas adequações reduzem riscos de rejeição de documentos fiscais e serão cruciais para transportadoras e prestadores de serviço enquadrados no Simples.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



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    </a>
</div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. Debate sobre aumento dos limites do MEI e do Simples</strong></h2>



<p>Em 2025, voltou ao debate o <strong>PLP 108/2021</strong>, que propõe aumentar os <strong>limites de enquadramento</strong>:</p>



<ul>
<li>MEI: de R$ 81 mil para R$ 150 mil por ano;</li>



<li>Simples Nacional: de R$ 4,8 milhões para cerca de R$ 8,7 milhões anuais.</li>
</ul>



<p>A proposta visa <strong>corrigir a defasagem inflacionária</strong> e adequar os limites ao novo contexto da Reforma Tributária.</p>



<p>Ainda em discussão no Congresso, a medida é amplamente apoiada por entidades como a FENACON e o Sebrae, que defendem a <strong>expansão da base do Simples</strong> como forma de <strong>reduzir a informalidade</strong> e incentivar o crescimento sustentável.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. Nova resolução reforça integração entre fiscos</strong></h2>



<p>Uma nova resolução do CGSN, publicada em setembro de 2025, define <strong>princípios de integração entre as administrações tributárias federal, estaduais e municipais</strong>.</p>



<p>Na prática, isso significa:</p>



<ul>
<li><strong>Mais cruzamento de dados fiscais e contábeis</strong>;</li>



<li><strong>Menor margem para divergências regionais</strong>;</li>



<li><strong>Fiscalização mais eficiente</strong>, mas também mais automatizada.</li>
</ul>



<p>O objetivo é facilitar o compartilhamento de informações e garantir <strong>maior transparência e rastreabilidade</strong> no repasse das receitas do Simples para cada ente federativo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>8. Conceito de receita bruta pode ser redefinido</strong></h2>



<p>Com a nova <strong>Lei Complementar 214/2025</strong>, discute-se a possibilidade de <strong>ampliar o conceito de receita bruta</strong> para fins de enquadramento no Simples Nacional.</p>



<p>Isso significa que <strong>algumas receitas hoje excluídas (como determinadas subvenções ou receitas financeiras)</strong> poderão ser incluídas no cálculo do limite de R$ 4,8 milhões &#8211; o que pode levar algumas empresas a ultrapassar o teto e migrar para o Lucro Presumido.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>9. Novidades no app MEI e melhorias no sistema</strong></h2>



<p>O aplicativo MEI (Gov.br) ganhou novas funcionalidades para facilitar a vida dos pequenos empreendedores:</p>



<ul>
<li><strong>Débito automático</strong> do DAS;</li>



<li><strong>Geração de múltiplas guias de uma só vez</strong>;</li>



<li>Indicação de <strong>benefício previdenciário ativo</strong>;</li>



<li>Interface mais moderna e segura.</li>
</ul>



<p>Essas mudanças integram o pacote de digitalização do Simples Nacional, que visa <strong>tornar o regime mais acessível, rápido e seguro</strong> para o microempreendedor.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fonte: Receita Federal.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que esperar para 2026 e além</strong></h2>



<p>O Simples Nacional seguirá sendo o <strong>pilar da simplificação tributária brasileira</strong>, mas o ambiente em torno dele está mudando rapidamente.<br>A entrada em vigor das regras de IBS e CBS, a redefinição do conceito de receita e a integração entre fiscos exigirão <strong>adaptação técnica e acompanhamento constante</strong>.</p>



<p>Empresas que se anteciparem às mudanças &#8211; atualizando sistemas, simulando cenários e buscando orientação contábil &#8211; terão uma <strong>transição mais suave e segura</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conte com a DNA Financeiro para se preparar para o novo Simples Nacional</strong></h2>



<p>A <strong>DNA Financeiro</strong> é uma plataforma de contabilidade online que alia <strong>tecnologia, inteligência fiscal e acompanhamento humano</strong>, ajudando empresas a <strong>navegar pelas mudanças da Reforma Tributária</strong> com segurança.</p>



<p>Se você é <strong>empreendedor ou contador parceiro</strong>, nós te ajudamos a:<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> entender como o IBS e a CBS impactam o seu regime;<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> simular cenários tributários para 2026;<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> automatizar obrigações fiscais e emissão de notas;<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> garantir conformidade total com o novo modelo.</p>



<p><strong>Acesse <a>www.dnafinanceiro.com</a></strong> e descubra como simplificar sua contabilidade para a nova era do Simples Nacional.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Impactos da Reforma Tributária para Micro e Pequenas Empresas (ME, EPP e Simples Nacional)</title>
		<link>https://dnafinanceiro.com/blog/impactos-da-reforma-tributaria-para-pmes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=impactos-da-reforma-tributaria-para-pmes</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Porto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 20:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária é o maior redesenho do sistema fiscal brasileiro em décadas — e, como toda grande mudança, ela desperta dúvidas e apreensões, especialmente entre micro e pequenas empresas.</p>
O post <a href="https://dnafinanceiro.com/blog/impactos-da-reforma-tributaria-para-pmes/">Impactos da Reforma Tributária para Micro e Pequenas Empresas (ME, EPP e Simples Nacional)</a> apareceu primeiro em <a href="https://dnafinanceiro.com/blog">Blog DNA Financeiro</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Reforma Tributária é o maior redesenho do sistema fiscal brasileiro em décadas — e, como toda grande mudança, ela desperta <strong>dúvidas e apreensões</strong>, especialmente entre <strong>micro e pequenas empresas</strong>.</p>



<p>Empresas menores costumam ter <strong>menos estrutura administrativa e suporte contábil</strong>, o que torna natural a preocupação com temas como <strong>aumento de carga tributária, perda de benefícios do Simples Nacional, novas obrigações acessórias</strong> e <strong>custos de adaptação</strong>.</p>



<p>Neste artigo, vamos detalhar o que realmente muda para quem é ME, EPP ou optante pelo Simples Nacional — e, principalmente, o que você pode fazer desde já para <strong>se preparar e reduzir os impactos da transição</strong>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda (ou não) no Simples Nacional</strong></h2>



<p>A primeira dúvida é também a mais comum: <strong>o Simples Nacional vai acabar?</strong><br>A resposta é <strong>não</strong>.</p>



<p>A Emenda Constitucional nº 132/2023 e a <strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong> deixaram claro que o <strong>Simples Nacional será mantido</strong> como um <strong>regime diferenciado e favorecido</strong> para micro e pequenas empresas.</p>



<p>Contudo, o sistema precisará <strong>ser harmonizado com o novo modelo de tributos sobre consumo (CBS e IBS)</strong>.<br>Na prática, isso significa que:</p>



<ul>
<li>As empresas do Simples continuarão pagando seus tributos por meio do <strong>Documento Único de Arrecadação (DAS)</strong>;</li>



<li>Mas haverá <strong>regras de transição</strong> e <strong>ajustes de repasse</strong> entre União, Estados e Municípios para garantir a correta destinação das receitas;</li>



<li>O Comitê Gestor do Simples (CGSN) deve publicar <strong>novas resoluções até 2026</strong> detalhando como será essa adaptação, especialmente em relação aos <strong>créditos tributários do IBS e da CBS</strong>.</li>
</ul>



<p>Em outras palavras: o Simples continua, mas com <strong>ajustes técnicos e operacionais</strong> para se integrar ao novo sistema nacional de consumo.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fonte: Lei Complementar nº 214/2025, art. 96; Portal do Senado Federal.</em></p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>E os regimes especiais e setores diferenciados?</strong></h2>



<p>Alguns segmentos, como <strong>transportes, saúde, educação, cooperativas e construção civil</strong>, possuem <strong>tratamento tributário especial</strong> — e isso não vai mudar de forma brusca.</p>



<p>A Reforma prevê que esses setores terão <strong>regras específicas de apuração e créditos</strong> dentro da CBS e do IBS.<br>Esses mecanismos serão regulamentados em <strong>Leis Complementares adicionais</strong>, que definirão <strong>quem terá direito a regimes diferenciados e sob quais condições</strong>.</p>



<p>Para as empresas que operam em setores com <strong>benefícios fiscais estaduais ou municipais</strong>, haverá um <strong>período de transição</strong> até 2033, para que os incentivos sejam progressivamente substituídos ou absorvidos pelo novo modelo.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O papel dos “nanoempreendedores” e os limites de receita</strong></h2>



<p>Uma das novidades do debate tributário é a criação de <strong>faixas específicas para “nanoempreendedores”</strong>, como vem sendo discutido em relatórios técnicos do Ministério do Desenvolvimento e em estudos como o da Roi Contabilidade.</p>



<p>A ideia é criar <strong>um degrau abaixo do MEI</strong>, voltado a atividades de <strong>baixíssimo faturamento</strong> (como profissionais informais ou negócios de subsistência), permitindo um <strong>regime ainda mais simplificado</strong> e de <strong>baixa carga tributária</strong>.</p>



<p>Embora ainda não esteja formalmente aprovado, o projeto busca <strong>garantir que o empreendedor em fase inicial continue tendo proteção legal e acesso à formalização sem aumento de custo</strong>.</p>



<p>Além disso, os <strong>limites de receita do MEI (atualmente R$ 81 mil)</strong> e do <strong>Simples Nacional (até R$ 4,8 milhões)</strong> poderão ser <strong>reavaliados</strong> após a implementação do novo modelo, para refletir a inflação acumulada e a nova estrutura tributária.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Custos de compliance e novas obrigações acessórias</strong></h2>



<p>Mesmo com a promessa de simplificação, <strong>a transição trará um período de adaptação</strong> para empresas e contadores.<br>O principal impacto para as MEs e EPPs será o aumento temporário dos <strong>custos de compliance</strong> — ou seja, o tempo e os recursos gastos para cumprir as obrigações tributárias.</p>



<p>Entre as novidades previstas:</p>



<ul>
<li><strong>Adequação dos sistemas de emissão de notas fiscais</strong> para incluir os campos de IBS e CBS;</li>



<li><strong>Atualização dos ERPs e plataformas contábeis</strong>;</li>



<li><strong>Novos layouts de SPED Fiscal</strong> e demais declarações acessórias;</li>



<li>Necessidade de <strong>acompanhar alíquotas dinâmicas e créditos automáticos</strong> por operação.</li>
</ul>



<p>Apesar disso, <strong>a tendência é que o custo de compliance caia</strong> no médio prazo, uma vez que <strong>a unificação de tributos</strong> deve reduzir o número de declarações e a complexidade de cálculo.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fonte: Nota Técnica 2025.001 – RTC e Ministério da Fazenda.</em></p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como calcular cenários de transição para PMEs</strong></h2>



<p>A transição para o novo sistema será <strong>gradual</strong> — e isso abre espaço para <strong>planejamento tributário estratégico</strong>.</p>



<p>Veja as principais etapas:</p>



<ul>
<li><strong>2026 a 2028</strong>: entrada em vigor das <strong>alíquotas de teste</strong> (CBS 0,9% e IBS 0,1%), em paralelo ao modelo atual de PIS/Cofins, ICMS e ISS;</li>



<li><strong>2029 a 2032</strong>: <strong>período de convivência</strong> entre os dois sistemas, com aumento gradual do peso da CBS/IBS;</li>



<li><strong>2033 em diante</strong>: modelo totalmente substituído.</li>
</ul>



<p>Para micro e pequenas empresas, esse cronograma significa que <strong>há tempo para simular cenários, ajustar preços e rever enquadramentos</strong>.</p>



<p>Ferramentas de planejamento e <strong>calculadoras fiscais inteligentes</strong>, como as usadas por escritórios contábeis digitais, serão fundamentais para <strong>comparar regimes e evitar surpresas</strong>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estratégias práticas para mitigar os impactos</strong></h2>



<p>A melhor forma de atravessar a Reforma Tributária com segurança é <strong>se preparar desde já</strong>.<br>Veja algumas estratégias recomendadas:</p>



<ol>
<li><strong>Reforce o relacionamento com o contador</strong> – ele será essencial para interpretar as novas regras e indicar o melhor regime.</li>



<li><strong>Mapeie os impactos no fluxo de caixa</strong> – identifique se os créditos de IBS/CBS podem melhorar sua margem.</li>



<li><strong>Revise preços e contratos de longo prazo</strong> – especialmente em setores com substituição tributária.</li>



<li><strong>Invista em automação fiscal</strong> – plataformas integradas reduzem erros e tempo de apuração.</li>



<li><strong>Participe de treinamentos e capacitações</strong> – estar atualizado é a melhor defesa contra erros de enquadramento.</li>
</ol>



<p>Empresas que <strong>se anteciparem às mudanças</strong> poderão aproveitar <strong>vantagens competitivas</strong> e até reduzir custos durante a transição.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão: um novo ciclo para os pequenos negócios</strong></h2>



<p>A Reforma Tributária não é apenas uma mudança técnica — é <strong>uma reestruturação do ambiente de negócios no Brasil</strong>.<br>Para as micro e pequenas empresas, o impacto será significativo, mas <strong>também representa uma oportunidade de modernização e transparência</strong>.</p>



<p>O novo sistema tende a <strong>premiar quem mantém controle, tecnologia e conformidade</strong>.<br>E é justamente aí que as empresas de menor porte podem se destacar, adotando <strong>ferramentas inteligentes de gestão fiscal e contábil</strong> que automatizam tarefas e liberam tempo para o crescimento.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>A DNA Financeiro ajuda sua empresa a se preparar para a Reforma</strong></h2>



<p>A <strong>DNA Financeiro</strong> é uma plataforma de contabilidade online que une <strong>tecnologia, inteligência fiscal e atendimento humano</strong>, ajudando<strong> pequenas empresas</strong> a se adaptarem às novas exigências do IBS e da CBS com segurança e eficiência.</p>



<p>Se você é <strong>empreendedor ou contador parceiro</strong>, fale conosco e descubra como simplificar suas obrigações, reduzir custos e se manter 100% em conformidade com a nova legislação tributária.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Mitos e Verdades da Reforma Tributária: o que as pessoas mais acreditam (e o que é fato)</title>
		<link>https://dnafinanceiro.com/blog/mitos-e-verdades-da-reforma-tributaria/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mitos-e-verdades-da-reforma-tributaria</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Porto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 13:10:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária é, sem dúvida, o assunto mais comentado entre empresários, contadores e especialistas em economia nos últimos anos. Mas, junto com a avalanche de informações, vieram também muitos mitos, interpretações equivocadas e fake news.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Reforma Tributária é, sem dúvida, o assunto mais comentado entre empresários, contadores e especialistas em economia nos últimos anos. Mas, junto com a avalanche de informações, vieram também muitos <strong>mitos, interpretações equivocadas e fake news</strong>.</p>



<p>Neste artigo, vamos esclarecer — com base nos textos oficiais e nas Leis Complementares da Reforma — o que é verdade e o que é mito sobre o novo sistema tributário brasileiro.</p>



<p>Prepare-se para entender, de forma clara e definitiva, o que muda (e o que não muda) com o <strong>IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)</strong> e a <strong>CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)</strong>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. “A reforma cria muitos novos impostos do zero”</strong></h2>



<p><strong>O que dizem:</strong><br>Muita gente acredita que a reforma está “inventando” novos impostos e aumentando a carga tributária com novos nomes.</p>



<p><strong>O que é fato:</strong><br>Na realidade, a reforma <strong>não cria novos tributos</strong>, mas <strong>substitui</strong> vários existentes. O IBS e a CBS vêm para <strong>unificar cinco impostos atuais</strong>:</p>



<ul>
<li>PIS, Cofins, IPI (tributos federais);</li>



<li>ICMS (estadual);</li>



<li>ISS (municipal).</li>
</ul>



<p>Ou seja, <strong>cinco tributos complexos, com diferentes regras e legislações</strong>, serão substituídos por <strong>dois tributos com uma base única</strong>. O objetivo é <strong>simplificar o sistema</strong>, não ampliar o número de cobranças.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fonte: Emenda Constitucional nº 132/2023 e Lei Complementar nº 214/2025.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. “A carga tributária vai subir para todos”</strong></h2>



<p><strong>O que dizem:</strong><br>A ideia mais comum é que todos os brasileiros pagarão mais impostos após a reforma.</p>



<p><strong>O que é fato:</strong><br>A <strong>intenção da reforma não é aumentar a carga tributária total</strong>, mas <strong>redistribuí-la de forma mais justa e transparente</strong>.</p>



<p>O sistema atual é cumulativo e cheio de distorções — há setores que pagam demais e outros que praticamente não pagam nada. Com a nova estrutura, <strong>a tributação se concentra no consumo final</strong>, eliminando a cobrança em cascata e permitindo <strong>créditos tributários automáticos</strong>.</p>



<p>Claro, haverá <strong>ganhadores e perdedores</strong> dependendo do setor, mas <strong>a alíquota média nacional será calibrada para manter a arrecadação estável</strong>.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fonte: Ministério da Fazenda e Nota Técnica 2025.001 – RTC.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. “Todos os autônomos pagarão 26,5% de IBS/CBS”</strong></h2>



<p><strong>O que dizem:</strong><br>Circula nas redes a ideia de que todos os profissionais autônomos, inclusive MEIs, serão taxados em 26,5%.</p>



<p><strong>O que é fato:</strong><br><strong>Mito.</strong><br>Esse percentual é apenas uma <strong>estimativa inicial da alíquota padrão</strong> para consumo — e <strong>não se aplica de forma automática a todos os contribuintes</strong>.</p>



<p>Os autônomos continuarão sendo tributados conforme o <strong>regime jurídico em que se enquadram</strong>:</p>



<ul>
<li><strong>MEI e Simples Nacional</strong> permanecem com suas regras próprias.</li>



<li>Profissionais liberais que atuam como <strong>pessoa física</strong> continuam declarando no IRPF.</li>



<li>Apenas quem <strong>optar por emitir nota como pessoa jurídica fora do Simples</strong> estará sujeito ao novo modelo de CBS e IBS.</li>
</ul>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fonte: Lei Complementar nº 214/2025, arts. 19 e 20.</em></p>



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        </figure>
    </a>
</div>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. “A venda de imóveis será taxada em 25%”</strong></h2>



<p><strong>O que dizem:</strong><br>Um dos boatos mais recorrentes é que a venda de imóveis — inclusive por pessoas físicas — passará a ser tributada em 25%.</p>



<p><strong>O que é fato:</strong><br><strong>Parcialmente falso.</strong><br>O que muda é o tratamento de <strong>operações imobiliárias realizadas por pessoas jurídicas</strong>.<br>Empresas do setor de incorporação e revenda terão <strong>regras específicas de incidência do IBS e CBS</strong>, calculadas sobre o valor adicionado em cada etapa.</p>



<p>Já a <strong>venda de imóveis por pessoas físicas</strong> continuará sujeita ao <strong>Imposto de Renda sobre ganho de capital</strong>, <strong>sem mudança direta na alíquota</strong>.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fonte: Emenda Constitucional nº 132/2023 e estudos da Receita Federal (Serviços e Informações do Brasil).</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. “O sistema ficará totalmente simples e acabará toda a burocracia”</strong></h2>



<p><strong>O que dizem:</strong><br>Com a unificação de tributos, muitos acreditam que a burocracia tributária deixará de existir.</p>



<p><strong>O que é fato:</strong><br>A simplificação é um <strong>objetivo central</strong>, mas <strong>não elimina totalmente a burocracia</strong>.<br>A transição para o novo sistema será <strong>gradual e cuidadosamente controlada</strong> entre <strong>2026 e 2033</strong>, com adaptações de sistemas, parametrizações nos ERPs e ajustes fiscais.</p>



<p>Ou seja, o Brasil caminha para um modelo mais simples, mas ainda será necessário <strong>adequar processos, revisar cadastros fiscais e atualizar sistemas contábeis</strong>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. “A reforma é imediata: já vale para tudo”</strong></h2>



<p><strong>O que dizem:</strong><br>Muitos pensam que a reforma já está valendo e que todas as empresas precisam se adequar agora.</p>



<p><strong>O que é fato:</strong><br><strong>Não.</strong><br>A Emenda Constitucional nº 132/2023 definiu um <strong>cronograma de implementação que vai até 2033</strong>.</p>



<p>As primeiras fases começam em <strong>2026</strong>, com <strong>alíquotas simbólicas de teste (CBS 0,9% e IBS 0,1%)</strong>, apenas para calibragem dos sistemas e validação dos créditos.<br>A obrigatoriedade total virá <strong>a partir de 2029</strong>, com <strong>período de convivência entre o modelo antigo e o novo</strong>.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fonte: Lei Complementar nº 214/2025 – Cronograma de Implementação.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. “Empresas de serviços serão as mais prejudicadas”</strong></h2>



<p><strong>O que dizem:</strong><br>Muitos empresários do setor de serviços temem pagar mais impostos com o fim do ISS e do PIS/Cofins.</p>



<p><strong>O que é fato:</strong><br>O impacto realmente varia conforme o setor.<br>Serviços intensivos em mão de obra podem sentir aumento, <strong>mas terão acesso a créditos de IBS e CBS sobre insumos</strong>, o que hoje não ocorre.<br>Além disso, <strong>a legislação prevê ajustes compensatórios e regimes específicos</strong>, especialmente para <strong>educação, saúde, transporte coletivo e atividades financeiras</strong>.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <em>Fonte: Pareceres da Comissão Mista da Reforma Tributária – Senado Federal.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão: o que podemos esperar da Reforma Tributária</strong></h2>



<p>A <strong>Reforma Tributária</strong> é um dos maiores avanços estruturais do sistema brasileiro em décadas.<br>Ela traz desafios, sim — mas também <strong>transparência, neutralidade e previsibilidade</strong>.</p>



<p>O que antes era um labirinto de guias, declarações e legislações sobrepostas começa a dar lugar a um modelo <strong>mais racional e alinhado com as melhores práticas internacionais</strong>.</p>



<p>Por isso, é essencial <strong>separar o que é mito do que é fato</strong>, e acompanhar de perto as regulamentações complementares que ainda serão editadas ao longo de 2025 e 2026.</p>



<p>Se você é <strong>contador</strong> ou <strong>empreendedor</strong>, e quer garantir que sua empresa esteja pronta para as mudanças da Reforma, <strong>fale com a DNA Financeiro</strong> e descubra como a tecnologia e inteligência fiscal podem simplificar sua rotina.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Câmara aprova isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil: entenda tudo (e como isso impacta você)</title>
		<link>https://dnafinanceiro.com/blog/camara-aprova-isencao-do-ir/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=camara-aprova-isencao-do-ir</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Porto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 15:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[dnafinanceiro]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dnafinanceiro.com/blog/?p=6301</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba como a aprovação da isenção do IR até R$ 5 mil vai impactar milhões de brasileiros, quais serão as faixas beneficiadas, como funciona a compensação aos super-ricos e o calendário de implantação.</p>
O post <a href="https://dnafinanceiro.com/blog/camara-aprova-isencao-do-ir/">Câmara aprova isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil: entenda tudo (e como isso impacta você)</a> apareceu primeiro em <a href="https://dnafinanceiro.com/blog">Blog DNA Financeiro</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (1º de outubro), por unanimidade, o <strong>texto-base</strong> do <strong>Projeto de Lei nº 1.087/2025</strong>, que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até <strong>R$ 5 mil mensais</strong>.</p>



<p>A proposta ainda passará pelo Senado Federal e, se sancionada, entrará em vigor para a apuração do IR de 2026. </p>



<p>Neste post você vai encontrar:</p>



<ul>
<li>O que o PL 1.087/2025 propõe exatamente</li>



<li>Quem será beneficiado e quem poderá sofrer reajustes</li>



<li>O mecanismo de compensação fiscal para “fechar a conta”</li>



<li>Principais críticas e riscos da proposta</li>



<li>Cronograma, tramitação e pontos de atenção</li>



<li>Impactos para contribuintes de diferentes faixas</li>



<li>Perguntas frequentes</li>
</ul>



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<h2 class="wp-block-heading">O que propõe o PL 1.087/2025 (alterações no IRPF)</h2>



<h3 class="wp-block-heading">1. Isenção mensal para quem ganha até R$ 5 mil</h3>



<ul>
<li>A partir de <strong>janeiro de 2026</strong>, o projeto estabelece uma <strong>redução mensal</strong> do imposto para quem recebe até R$ 5.000,00 de rendimentos tributáveis, de até R$ 312,89 — de modo que o imposto devido será <strong>zero</strong> para essa faixa.</li>



<li>Ou seja: quem hoje paga IR mensal poderá deixar de pagar nessa faixa. </li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">2. Redução parcial para faixa intermediária (R$ 5.000,01 a R$ 7.000 / 7.350)</h3>



<ul>
<li>Para rendimentos entre <strong>R$ 5.000,01 e R$ 7.000,00</strong>, haverá uma fórmula de <strong>redução decrescente</strong> do imposto, de modo que o desconto vai diminuindo conforme a renda se aproxima de R$ 7.000.</li>



<li>Em versões posteriores do substitutivo aprovado, essa faixa foi estendida para <strong>R$ 7.350,00 mensais</strong> (em vez de R$ 7 mil).</li>



<li>A redução para essa faixa parcelar é construída para evitar “saltos” abruptos de alíquota, mantendo progressividade.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">3. Ajustes na declaração anual / cálculo anual</h3>



<ul>
<li>Na declaração anual de ajuste (IRPF anual), o projeto também prevê redução do imposto para quem tiver rendimentos tributáveis até <strong>R$ 60 mil anuais</strong> (o que corresponde a até R$ 5 mil mensais). Para rendas entre R$ 60 mil e R$ 84 mil anuais, aplica-se redução decrescente (até que o benefício zere).</li>



<li>Ou seja, não será apenas no desconto mensal: quem opta por fazer declaração (com deduções ou desconto simplificado) também será beneficiado.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">4. Tributação mínima para altas rendas (super-ricos)</h3>



<p>Para compensar a perda de arrecadação, o PL prevê:</p>



<ul>
<li>Instituição de um <strong>IRPF mínimo</strong> para quem auferir rendimentos anuais superiores a <strong>R$ 600 mil</strong>, com alíquota progressiva que pode chegar a <strong>10%</strong>.</li>



<li>A alíquota máxima de 10% incidirá sobre rendimentos a partir de <strong>R$ 1,2 milhão anuais</strong>.</li>



<li>Importante: essa tributação mínima <strong>não se aplica a quem já paga 27,5% de IR</strong>, segundo o texto aprovado</li>



<li>Também haverá retenção na fonte de 10% sobre <strong>lucros e dividendos</strong> distribuídos mensalmente por uma mesma pessoa jurídica a mesma pessoa física, sempre que excederem R$ 50 mil em um mês.
<ul>
<li>Essa retenção na fonte sobre dividendos começa a valer para pagamentos feitos a partir de 2026, mas só para lucros/dividendos distribuídos após 2025 (distribuições anteriores ficam isentas).</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">5. Dispositivos complementares e obrigações</h3>



<ul>
<li>O PL define que o desconto mensal (redução do IR) também será aplicado sobre o <strong>décimo terceiro salário</strong>, que hoje é tributado com tabela exclusiva.</li>



<li>O PL determina que a <strong>Secretaria de Política Econômica (Ministério da Fazenda)</strong> ficará responsável pelo acompanhamento e avaliação do benefício tributário.</li>



<li>O texto original altera a <strong>Lei nº 9.250/1995</strong>, adicionando dispositivos à legislação vigente.</li>
</ul>



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    </a>
</div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Quem é beneficiado (e quem será afetado)</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Beneficiados (ganhos líquidos aumentam)</h3>



<ul>
<li>Contribuintes que hoje pagam Imposto de Renda mensal e têm rendimentos de até R$ 5 mil: deixarão de pagar esse imposto mensal.</li>



<li>Aqueles que recebem entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 (ou 7.000, conforme versão) terão redução parcial de imposto.</li>



<li>Pessoas que fazem declaração anual de ajuste (com deduções ou descontos simplificados), que se enquadrem nas faixas de renda beneficiadas.</li>



<li>Professores, servidores públicos, profissionais liberais, assalariados com médias rendas — em muitas regiões, especialmente do interior e periferias, isso representa um impacto significativo no “bolso líquido”.</li>
</ul>



<p>Segundo estimativas do governo, são mais de <strong>26,6 milhões de contribuintes</strong> que seriam alcançados (isenção completa + parcial).</p>



<p>Em outras estimativas, cerca de <strong>10 milhões</strong> poderiam ficar totalmente isentos.</p>



<p>Além disso, com as regras anteriores de 2023-2024, já havia isenções ampliadas para algumas classes, e o novo PL juntaria esse movimento, beneficiando até <strong>65% dos declarantes</strong> de IRPF. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Afetados / que pagarão mais</h3>



<ul>
<li>Contribuintes com rendas elevadas (acima de R$ 600 mil anuais) que hoje têm baixa alíquota efetiva podem ter aumento por causa do IRPF mínimo previsto.</li>



<li>Quem distribui lucros ou dividendos elevados (&gt; R$ 50 mil/mês) poderá sofrer retenção de 10% na fonte sobre esses valores.</li>



<li>Setores empresariais que distribuem lucros para sócios com altas cifras podem sentir impacto.</li>



<li>Há um debate político e econômico intenso sobre a eficácia da compensação e a possibilidade de evasão ou manobras para driblar essas novas regras.</li>
</ul>



<p>O relator do projeto, deputado Arthur Lira, já disse que quem ganha R$ 50 mil por mês “não é super-rico” e que o texto não deve estigmatizar rendas altas, o que revela o tom ideológico da compensação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Compensação fiscal: como fechar a “conta”</h2>



<p>A ampliação da isenção e os descontos da nova tabela representarão uma renúncia de arrecadação significativa — portanto, o projeto prevê mecanismos para compensar:</p>



<ul>
<li>Estimativa de custo: <strong>R$ 25,8 bilhões</strong> anuais em renúncia fiscal.</li>



<li>A estratégia é tributar mais os super-ricos (IRPF mínimo) e tributar dividendos altos (retenção na fonte) para gerar receita adicional.</li>



<li>O relatório prevê que cerca de <strong>141,4 mil contribuintes</strong> (0,13% do total) serão alvo do IR mínimo, taxa de até 10%.</li>



<li>O PL também prevê que os recursos arrecadados pela tributação adicional dos mais ricos e sobre dividendos compensem a perda de arrecadação dessa faixa média/baixa, com possibilidade de gerar superávit até 2027 para equilibrar impacto fiscal.</li>



<li>Além disso, uma parte dos valores arrecadados pode ser usada para compensar a redução da alíquota da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), prevista na Reforma Tributária.</li>
</ul>



<p>Embora o projeto preveja essas compensações, há críticas quanto à sua efetividade e possibilidade de “gato por lebre” (ajustes contábeis, mudanças futuras, desonerações escondidas).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Trâmite, cronograma e riscos</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Situação atual e etapas</h3>



<ul>
<li>O PL 1087/2025 está em tramitação na Câmara dos Deputados, aguardando deliberação em plenário após ter sido aprovado em comissão especial.</li>



<li>Em 1º de outubro de 2025, a Câmara aprovou o texto-base por 493 votos favoráveis e nenhum contrário.</li>



<li>Agora o projeto segue para análise no Senado Federal, onde poderá sofrer emendas (inclusão ou exclusão de dispositivos).</li>



<li>No Senado, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) já aprovou proposta similar que isenta quem ganha até R$ 4.990,00 e propõe mudanças nas faixas superiores.</li>



<li>A tramitação pode enfrentar pedidos de vista, ajustes técnicos / constitucionais e negociações políticas. Por exemplo, o senador Izalci Lucas pediu vista, atrasando votação.</li>



<li>Se aprovado, o texto seguirá para sanção presidencial. Se sancionado ainda em 2025, valerá para o IR de 2026.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Riscos e pontos de atenção</h3>



<ol>
<li><strong>Alterações no Senado</strong><br>Componentes podem ser modificados: limites de isenção, faixas intermediárias, aliquota do IRPF mínimo, regras de dividendos, etc.</li>



<li><strong>Pressão fiscal / ajuste orçamentário</strong><br>Embora o PL preveja compensações, pode haver dificuldades para arrecadar conforme o esperado — o que poderia afetar outras despesas do governo ou gerar cortes.</li>



<li><strong>Planejamento e contingências</strong><br>Contribuintes e empresas já podem começar a “esquentar” planejamento tributário para antecipar distribuições de lucros, mudança de regime, uso de blindagens etc.</li>



<li><strong>Impasses jurídicos / constitucionais</strong><br>Poderão surgir questionamentos sobre constitucionalidade da tributação mínima, da retenção de dividendos ou da progressividade.</li>



<li><strong>Efeito eleitoral / política</strong><br>A medida tem forte carga simbólica e eleitoral — oposição pode criticar como populismo ou insegurança fiscal. Por exemplo, deputados já questionaram se a compensação será efetiva ou se se trata apenas de estratégia política.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos práticos: simulações e exemplos</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Exemplo 1: assalariado que recebia R$ 4.500 mensais</h3>



<p>Hoje, esse trabalhador paga IR mensal conforme tabela vigente. Com a nova regra, ele passará a ser isento, o que representa um ganho líquido no salário. Por exemplo, se ele pagava R$ 100 de IR, esse valor “cai” do contracheque.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Exemplo 2: quem recebe R$ 6.000 mensais</h3>



<p>Com a regra de redução decrescente, não terá isenção total, mas terá redução significativa no imposto mensal. Quanto mais próximo de R$ 5 mil, maior o desconto; à medida que se aproxima de R$ 7 mil/7.350, o desconto diminui.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Exemplo 3: quem ganha R$ 1 milhão ou mais por ano</h3>



<p>Se a pessoa já pagava alíquota elevada de IR, poderá não ser muito afetada pelo IR mínimo — mas se tinha alíquota efetiva baixa por deduções ou blindagens, poderá pagar mais. Também pode sofrer retenção de dividendos, dependendo de sua estrutura de rendimentos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estimativa de economia anual</h3>



<ul>
<li>Segundo notícia da CNN, um contribuinte que recebe R$ 5 mil por mês economizaria cerca de <strong>R$ 4.356,89 por ano</strong> com a isenção aprovada.</li>



<li>Outras estimativas citam que um motorista que recebe R$ 3.650,66 poderia economizar mais de R$ 1.058,72 ao ano.</li>



<li>Professora com remuneração de R$ 4.867,77 mensal poderia economizar cerca de R$ 3.970,07 por ano.</li>
</ul>



<p>Esses valores, individuais, podem parecer “pequenos”, mas se multiplicados por milhões de contribuintes representam impacto significativo no consumo, na economia local, no poder de compra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<p><strong>1. Quando essa isenção começaria a valer?</strong><br>Se o PL for sancionado ainda em 2025, entra em vigor para os cálculos do IR de 2026.</p>



<p><strong>2. Quem será completamente isento?</strong><br>Quem tiver rendimentos tributáveis mensais até R$ 5 mil ou até R$ 60 mil anuais, conforme previsto.</p>



<p><strong>3. E quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350?</strong><br>Terá redução parcial de imposto via fórmula decrescente.</p>



<p><strong>4. Isso não vai aumentar a carga para os mais ricos?</strong><br>Sim, esse é o ponto de compensação. O PL prevê tributação mínima para quem ganha acima de R$ 600 mil anuais e retenção de 10% sobre dividendos acima de R$ 50 mil/mês.</p>



<p><strong>5. E empresas que distribuem lucros para sócios?</strong><br>Podem ser afetadas pela retenção de 10% na fonte sobre lucros/dividendos acima de R$ 50 mil mensais.</p>



<p><strong>6. O que pode mudar no Senado?</strong><br>Desde valores de faixas, alíquotas do IR mínimo, regras de deduções, exclusão ou suavização de dispositivos sobre dividendos, entre outros ajustes.</p>



<p><strong>7. Vale começar algum planejamento agora?</strong><br>Sim — contribuintes ou empresas com estrutura de distribuição de lucros podem antecipar decisões, analisar reorganização societária, simular cenários, ajustar estratégias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>A aprovação unânime na Câmara do texto-base do PL 1.087/2025 marca um momento histórico na discussão tributária brasileira: a promessa de aliviar a carga para quem ganha menos, ao mesmo tempo em que se busca tributar mais quem tem renda elevada. Resta agora saber como o Senado aproveitará essa oportunidade – se manterá o espírito progressista do projeto ou introduzirá recuos.</p>



<p>Para você, contribuintes, profissionais liberais e empresas, esse é o momento de <strong>analisar seus rendimentos, projetar o impacto e preparar estratégias</strong> para o novo cenário. A DNA Financeiro está pronta para ajudar nisso!</p>



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			</item>
		<item>
		<title>IBS e CBS: Entenda a Obrigatoriedade nos Documentos Fiscais Eletrônicos a partir de 2025</title>
		<link>https://dnafinanceiro.com/blog/ibs-e-cbs-entenda-a-obrigatoriedade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ibs-e-cbs-entenda-a-obrigatoriedade</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Porto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 19:11:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Nota Fiscal Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Emissao Nota Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[NFe]]></category>
		<category><![CDATA[Nota Fiscal Online]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dnafinanceiro.com/blog/?p=6288</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária do Consumo está em pleno andamento, e uma das mudanças mais relevantes já tem datas definidas: o preenchimento obrigatório dos campos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nos Documentos Fiscais Eletrônicos (DF-e).</p>
<p>Essa exigência, que faz parte da Lei Complementar nº 214/2025, impactará diretamente empresas, escritórios de contabilidade e desenvolvedores de softwares fiscais, exigindo ajustes técnicos e operacionais imediatos.</p>
<p>Se você emite NF-e, NFC-e, CT-e, NF3e, BPe, NFCom ou NFS-e Padrão Nacional, precisa acompanhar de perto o cronograma, os novos campos e as regras de validação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Reforma Tributária do Consumo está em pleno andamento, e uma das mudanças mais relevantes já tem datas definidas: <strong>o preenchimento obrigatório dos campos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nos Documentos Fiscais Eletrônicos (DF-e)</strong>.</p>



<p>Essa exigência, que faz parte da <strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong>, impactará diretamente <strong>empresas, escritórios de contabilidade e desenvolvedores de softwares fiscais</strong>, exigindo ajustes técnicos e operacionais imediatos.</p>



<p>Se você emite <strong>NF-e, NFC-e, CT-e, NF3e, BPe, NFCom ou NFS-e Padrão Nacional</strong>, precisa acompanhar de perto o cronograma, os novos campos e as regras de validação.</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Cronograma Oficial de Implementação do IBS e CBS</h2>



<p>O processo foi dividido em etapas para dar tempo de adaptação:</p>



<ul>
<li><strong>Julho/2025</strong> – Campos IBS/CBS já disponíveis em <strong>homologação</strong>, mas de forma opcional.</li>



<li><strong>06 de outubro/2025</strong> – Disponibilização em <strong>produção</strong>, validação apenas se os campos forem informados.</li>



<li><strong>03 de novembro/2025</strong> – <strong>Preenchimento obrigatório em homologação</strong> (sem os campos, o DF-e será rejeitado).</li>



<li><strong>05 de janeiro/2026</strong> – <strong>Obrigatoriedade completa em produção</strong>, com aplicação integral das regras de validação.</li>
</ul>



<p>Isso significa que o <strong>“aperto real” começa em novembro/2025 em homologação</strong>, e em janeiro/2026 não haverá margem: só será possível emitir documentos com IBS e CBS corretamente preenchidos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Quais Documentos Fiscais serão Impactados?</h2>



<p>A obrigatoriedade abrange <strong>todos os DF-e nacionais</strong>:</p>



<ul>
<li><strong>NF-e e NFC-e</strong> (Nota Fiscal eletrônica e Nota Fiscal ao Consumidor eletrônica);</li>



<li><strong>CT-e e CT-e OS/GTV-e</strong> (Conhecimento de Transporte eletrônico);</li>



<li><strong>NF3e</strong> (Nota Fiscal de Energia Elétrica);</li>



<li><strong>BPe e BPeTM</strong> (Bilhete de Passagem eletrônico);</li>



<li><strong>NFCom</strong> (Nota Fiscal de Comunicação);</li>



<li><strong>NFS-e Padrão Nacional</strong> (Nota Fiscal de Serviços).</li>
</ul>



<p>Cada projeto publicou sua própria <strong>Nota Técnica (NT)</strong>, alinhada à <strong>Nota Técnica 2025.001 – RTC v1.09</strong>, que padroniza os leiautes para receber os novos impostos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Quais Campos Foram Criados?</h2>



<p>Nos DF-e, será incluído um <strong>novo grupo no bloco de impostos</strong>:</p>



<ul>
<li><strong>IBSCBS</strong> (grupo raiz do IBS/CBS)
<ul>
<li><strong>CST</strong> (Código de Situação Tributária);</li>



<li><strong>cClassTrib</strong> (Código de Classificação Tributária – vincula ao enquadramento legal da LC 214/2025);</li>



<li><strong>vBC</strong> (base de cálculo);</li>



<li><strong>vIBS</strong> e <strong>vCBS</strong> (valores calculados dos tributos);</li>



<li>Grupos auxiliares para:
<ul>
<li><strong>Diferimento</strong>;</li>



<li><strong>Redução de alíquota</strong>;</li>



<li><strong>Crédito presumido</strong>;</li>



<li><strong>Compras governamentais</strong>;</li>



<li><strong>Devolução de tributos</strong>.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>



<p>Além disso, foram feitas adequações técnicas como:</p>



<ul>
<li><strong>Ampliação do código de retorno (cStat) para 4 dígitos</strong>;</li>



<li><strong>Aceitação de CNPJ alfanumérico</strong> em chaves e QR Code (ajuste estrutural futuro).</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Regras de Validação</h2>



<p>O novo layout também trouxe <strong>regras rígidas</strong> para evitar inconsistências:</p>



<ul>
<li><strong>Obrigatoriedade do grupo IBSCBS</strong> (exceto Simples Nacional e MEI).</li>



<li><strong>Compatibilidade entre CST e cClassTrib</strong> (erros geram rejeições).</li>



<li><strong>Alíquotas de teste do IBS por UF</strong>:
<ul>
<li><strong>0,1% em 2026</strong>;</li>



<li><strong>0,05% em 2027 e 2028</strong>.</li>
</ul>
</li>



<li>Rejeições específicas já foram publicadas (códigos 310, 311, 312, 313, entre outros).</li>
</ul>



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</div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Base Legal: Reforma Tributária do Consumo</h2>



<p>A obrigatoriedade está fundamentada na <strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong>, que institui:</p>



<ul>
<li><strong>IBS</strong> (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência compartilhada entre União, Estados, DF e Municípios;</li>



<li><strong>CBS</strong> (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal;</li>



<li><strong>IS</strong> (Imposto Seletivo), que também terá campos nos DF-e.</li>
</ul>



<p>O <strong>artigo 62 da LC 214/2025</strong> exige que os sistemas emissores/validadores se adaptem para receber esses tributos, garantindo <strong>padronização nacional</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos para Empresas e Contadores</h2>



<p>A implementação prática trará desafios:</p>



<ol>
<li><strong>Softwares de emissão</strong> precisarão ser atualizados até novembro/2025.</li>



<li><strong>Empresas</strong> terão que revisar seu <strong>cadastro de produtos/serviços</strong>, parametrizando CST, classificação tributária e cenários de diferimento/redução.</li>



<li><strong>Contadores</strong> precisarão orientar clientes sobre as <strong>alíquotas de transição</strong> e os reflexos no cálculo de tributos.</li>



<li><strong>Homologação</strong> será a fase crítica: empresas que não testarem antes podem enfrentar bloqueios operacionais em janeiro/2026.</li>
</ol>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Checklist de Preparação</h2>



<ul>
<li>Atualizar o <strong>ERP ou software fiscal</strong> para os novos campos;</li>



<li>Revisar <strong>CST e cClassTrib</strong> em todos os produtos/serviços;</li>



<li>Implantar <strong>cenários de teste em homologação</strong> antes de novembro;</li>



<li>Treinar equipe fiscal para lidar com <strong>rejeições (códigos 3xx/388)</strong>;</li>



<li>Acompanhar novas versões das <strong>Notas Técnicas</strong> (as tabelas de CST e cClassTrib ainda podem ser atualizadas).</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>O início da obrigatoriedade do <strong>IBS e CBS nos DF-e</strong> marca o primeiro passo concreto da <strong>Reforma Tributária do Consumo no Brasil</strong>. Com datas já definidas e regras claras, <strong>não se trata de uma mudança futura, mas de uma adaptação imediata</strong>.</p>



<p>Empresas que se anteciparem terão mais tranquilidade na virada de 2026, evitando rejeições e gargalos fiscais.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Como a DNA Financeiro pode ajudar contadores</h2>



<p>Na <strong>DNA Financeiro</strong>, acompanhamos todas as mudanças da <strong>Reforma Tributária</strong> e já estamos preparando <strong>nossos sistemas, integrações e assistentes inteligentes (<a href="https://dnafinanceiro.com/lp/mirela-ia/" target="_blank" rel="noopener" title="Mirela IA)">Mirela IA</a>)</strong> para lidar com IBS e CBS sem dor de cabeça.</p>



<p>Se você é <strong>contador</strong> e quer estar preparado para essa transição, fale com a gente e conheça nossas soluções que colocam sua contabilidade <strong>à frente da curva tecnológica</strong>.</p>



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</div>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img src="https://dnafinanceiro.com/blog/wp-content/uploads/2025/11/IMG_1451.jpeg?x13604" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://dnafinanceiro.com/blog/author/luiz-portodnafinanceiro-com/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Fernando Porto</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"></div></div><div class="clearfix"></div></div></div>O post <a href="https://dnafinanceiro.com/blog/ibs-e-cbs-entenda-a-obrigatoriedade/">IBS e CBS: Entenda a Obrigatoriedade nos Documentos Fiscais Eletrônicos a partir de 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://dnafinanceiro.com/blog">Blog DNA Financeiro</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária: como preparar sua empresa antes de 2026 em 3 passos</title>
		<link>https://dnafinanceiro.com/blog/reforma-tributaria-como-preparar-sua-empresa-antes-de-2026-em-3-passos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reforma-tributaria-como-preparar-sua-empresa-antes-de-2026-em-3-passos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Porto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 16:16:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Emissao Nota Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://dnafinanceiro.com/blog/?p=6280</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária já é uma realidade. Com a aprovação da Lei Complementar 214/2025, o Brasil inicia a transição para um novo modelo de tributação sobre consumo, que substituirá gradualmente PIS, Cofins, ICMS e ISS pelo IVA dual (IBS e CBS).</p>
O post <a href="https://dnafinanceiro.com/blog/reforma-tributaria-como-preparar-sua-empresa-antes-de-2026-em-3-passos/">Reforma Tributária: como preparar sua empresa antes de 2026 em 3 passos</a> apareceu primeiro em <a href="https://dnafinanceiro.com/blog">Blog DNA Financeiro</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Reforma Tributária já é uma realidade. Com a aprovação da <strong>Lei Complementar 214/2025</strong>, o Brasil inicia a transição para um novo modelo de tributação sobre consumo, que substituirá gradualmente PIS, Cofins, ICMS e ISS pelo <strong>IVA dual</strong> (IBS e CBS).</p>



<p>Apesar de os efeitos práticos mais fortes começarem em <strong>2026</strong>, empresas e contadores que se anteciparem ainda em <strong>2025</strong> terão vantagens competitivas claras: menos riscos de inconsistência, mais previsibilidade financeira e maior eficiência na adaptação de processos.</p>



<p>Neste artigo, vamos mostrar <strong>3 estratégias práticas</strong> para você começar a se preparar.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<div role="main" id="formulario-de-interesse-em-contabilidade-online-blog-7f7dae08cf5b4936ea0a"></div><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('formulario-de-interesse-em-contabilidade-online-blog-7f7dae08cf5b4936ea0a', 'UA-43028256-2').createForm();</script>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ajuste sistemas e cadastros fiscais</strong></h2>



<p>O primeiro passo é garantir que o <strong>ERP e os emissores de documentos fiscais eletrônicos</strong> estejam atualizados.</p>



<ul>
<li>Os <strong>novos campos de IBS, CBS e IS</strong> já estão disponíveis em homologação e entram em produção até o fim de 2025.<br></li>



<li>A partir de <strong>janeiro de 2026</strong>, a <strong>NFS-e nacional será obrigatória</strong> em todos os municípios, exigindo alinhamento com prefeituras e fornecedores de software.<br></li>



<li>Revise <strong>CNAEs, NCMs e cadastros de serviços</strong>, identificando quais produtos terão <strong>alíquota zero</strong>, <strong>redução</strong> ou <strong>incidência do Imposto Seletivo</strong>.<br></li>
</ul>



<p>Empresas que ajustarem cadastros desde já evitarão retrabalho e inconsistências em 2026.</p>



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    </a>
</div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Reforce o controle sobre créditos tributários</strong></h2>



<p>Com a nova regra de <strong>crédito condicionado ao pagamento do imposto na etapa anterior</strong>, a gestão fiscal precisará ser mais rigorosa.</p>



<ul>
<li>Estabeleça processos de conciliação entre <strong>nota fiscal, pagamento e recolhimento</strong>.<br></li>



<li>Crie políticas claras de prazos de pagamento a fornecedores.<br></li>



<li>Avalie como isso impactará o <strong>capital de giro</strong> e o <strong>fluxo de caixa</strong>.<br></li>
</ul>



<p>Antecipar esse mapeamento evita surpresas quando os créditos começarem a ser testados em 2026.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Simule cenários de split payment</strong></h2>



<p>O <strong>split payment</strong> vai mudar o fluxo financeiro das empresas: o valor do imposto será <strong>retido no momento da liquidação financeira</strong> e repassado diretamente ao fisco.</p>



<ul>
<li>Simule como as entradas de caixa ficarão após a dedução automática do IBS/CBS.<br></li>



<li>Ajuste contratos e precificação para refletir essa nova realidade.<br></li>



<li>Revise a integração com <strong>meios de pagamento e adquirentes</strong> que farão a retenção.<br></li>
</ul>



<p>Empresas que já rodarem <strong>cenários simulados em 2025</strong> terão clareza sobre o impacto real do split payment em 2027.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>O cronograma da Reforma Tributária é claro: <strong>2026 será um ano-teste</strong>, e até 2033 todo o sistema atual será substituído. Mas esperar até a virada pode sair caro. Quem se preparar em <strong>2025</strong> terá processos ajustados, time treinado e segurança para atravessar essa transição com vantagem competitiva.E para os <strong>contadores</strong>, essa preparação pode se tornar um diferencial competitivo ainda maior. </p>



<p>A <strong>DNA Financeiro</strong> é parceira dos escritórios que querem transformar esse momento de mudança em uma oportunidade de crescimento, oferecendo <strong>tecnologia, automação de rotinas e ferramentas de gestão fiscal e financeira</strong> que simplificam a adaptação às novas regras da Reforma.</p>



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    </a>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária 2025: tudo o que você precisa saber sobre as mudanças no sistema tributário brasileiro</title>
		<link>https://dnafinanceiro.com/blog/reforma-tributaria-2025/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reforma-tributaria-2025</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Porto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 14:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Nota Fiscal Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Emissao Nota Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária é um dos temas mais aguardados e debatidos no cenário econômico brasileiro. Em 2025, ela avançou de forma concreta com a aprovação da Lei Complementar 214/2025, que regulamenta a EC 132/2023 e estabelece a transição para um IVA dual formado pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), o CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o Imposto Seletivo (IS).</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Reforma Tributária é um dos temas mais aguardados e debatidos no cenário econômico brasileiro. Em 2025, ela avançou de forma concreta com a aprovação da <strong>Lei Complementar 214/2025</strong>, que regulamenta a <strong>EC 132/2023</strong> e estabelece a transição para um <strong>IVA dual</strong> formado pelo <strong>IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)</strong>, o <strong>CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)</strong> e o <strong>Imposto Seletivo (IS)</strong>.</p>



<p>Se você é empresário, contador ou gestor financeiro, este guia atualizado em <strong>20 de agosto de 2025</strong> vai mostrar:</p>



<ul>
<li>O que já foi aprovado e está em vigor.<br></li>



<li>O que ainda falta ser regulamentado.<br></li>



<li>O cronograma de implementação até 2033.<br></li>



<li>Os principais impactos práticos para empresas e escritórios de contabilidade.<br></li>



<li>Os passos que devem ser seguidos já a partir de agora.<br></li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que já está valendo com a Reforma Tributária</strong></h2>



<p>A <strong>LC 214/2025</strong> estabeleceu a base do novo modelo de tributação sobre consumo. Alguns pontos centrais:</p>



<ul>
<li><strong>IBS e CBS</strong>: substituem gradualmente ICMS, ISS, PIS e Cofins.<br></li>



<li><strong>Imposto Seletivo (IS)</strong>: incide sobre bens nocivos à saúde e ao meio ambiente, como cigarros, bebidas e minérios (com teto de 0,25% na extração).<br></li>



<li><strong>Cesta Básica Nacional</strong>: alíquota zero para itens essenciais como arroz, feijão, leite e carnes.<br></li>



<li><strong>Alíquotas reduzidas</strong>: descontos de 30% a 70% para setores prioritários, como saúde e educação.<br></li>



<li><strong>Cashback</strong>: devolução de impostos para famílias de baixa renda cadastradas no CadÚnico, aplicável em contas de consumo.<br></li>



<li><strong>Crédito condicionado</strong>: créditos tributários só poderão ser usados se o imposto da etapa anterior tiver sido efetivamente pago.<br></li>



<li><strong>Split payment</strong>: o recolhimento do IBS e da CBS será feito automaticamente no momento do pagamento, reduzindo inadimplência.<br></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ano-teste em 2026 e transição até 2033</strong></h2>



<p>O ano de <strong>2026 será um período de testes</strong>. Nesse período:</p>



<ul>
<li><strong>CBS terá alíquota de 0,9%</strong>.<br></li>



<li><strong>IBS terá alíquota de 0,1%</strong>.<br></li>



<li>As cobranças terão compensações para que não haja aumento real de carga tributária.<br></li>
</ul>



<p>A transição completa ocorrerá até <strong>2033</strong>, quando todos os tributos sobre consumo atuais serão substituídos pelo novo modelo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Obrigações acessórias e documentos fiscais</strong></h2>



<ul>
<li>A partir de <strong>1º de janeiro de 2026</strong>, a <strong>NFS-e nacional será obrigatória</strong> em todos os municípios. Prefeituras precisam aderir até o fim de 2025.<br></li>



<li>O <strong>CONFAZ</strong> já publicou ajustes para adequar NF-e, NFC-e e CT-e aos novos campos de IBS, CBS e IS.<br></li>



<li>Empresas precisam revisar seus <strong>sistemas de ERP</strong> e de emissão de documentos fiscais para garantir conformidade já em 2025.<br></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda para empresas do Simples Nacional</strong></h2>



<p>O Simples Nacional continuará existindo, mas com novidades:</p>



<ul>
<li>O IBS/CBS poderá ser <strong>cobrado “por dentro”</strong> do Simples (permitindo transferência de créditos limitados).<br></li>



<li>Ou poderá ser <strong>cobrado “por fora”</strong>, como ocorre no regime normal.<br>Essa decisão estratégica deve ser avaliada por contadores, já que pode afetar competitividade e precificação.<br></li>
</ul>



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</div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que ainda está pendente de regulamentação</strong></h2>



<p>Apesar dos avanços, ainda faltam definições importantes:</p>



<ul>
<li><strong>PLP 108/2024</strong>: cria o Comitê Gestor do IBS, define regras de distribuição de receitas entre estados e municípios e detalha o contencioso administrativo. O projeto está em análise no Senado.<br></li>



<li><strong>Alíquotas finais</strong>: a alíquota de referência do IVA ainda será definida, com promessa do governo de manter a carga abaixo de <strong>26,5% até 2030</strong>.<br></li>



<li><strong>Detalhes do split payment</strong>: os modelos de operação com instituições de pagamento e bancos serão detalhados em atos infralegais.<br></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cronograma prático da Reforma Tributária</strong></h2>



<ul>
<li><strong>2025</strong>: ajustes de sistemas e adesão de municípios à NFS-e.<br></li>



<li><strong>Jan/2026</strong>: NFS-e obrigatória e início do ano-teste com alíquotas reduzidas.<br></li>



<li><strong>2027–2028</strong>: cobrança efetiva em patamares reduzidos e início da operação do split payment.<br></li>



<li><strong>2029–2032</strong>: transição gradual, substituindo ICMS, ISS, PIS e Cofins.<br></li>



<li><strong>2033</strong>: consolidação total do novo modelo tributário.<br></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Passos práticos para empresas e contadores já em 2025</strong></h2>



<ul>
<li>Revisar <strong>cadastros fiscais</strong> (CNAE, NCM, serviços).<br></li>



<li>Adequar <strong>ERPs e emissores de DF-e</strong> para suportar IBS, CBS e IS.<br></li>



<li>Garantir que os <strong>municípios clientes estejam aderidos</strong> à NFS-e nacional.<br></li>



<li>Ajustar políticas de <strong>crédito tributário</strong> para a regra do pagamento efetivo.<br></li>



<li>Mapear o fluxo de <strong>split payment</strong> e seu impacto no caixa.<br></li>



<li>Definir estratégia para clientes do <strong>Simples Nacional</strong>.<br></li>



<li>Atualizar <strong>contratos, preços e treinamentos internos</strong>.<br></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que esperar daqui para frente</strong></h2>



<p>Os próximos meses serão decisivos:</p>



<ul>
<li>O Senado deve votar o <strong>PLP 108/2024</strong> ainda este ano.<br></li>



<li>A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS vão publicar regulamentações detalhando split payment, regras de crédito e obrigações acessórias.<br></li>



<li>As empresas que se anteciparem estarão mais preparadas para 2026, evitando correrias de última hora.<br></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>A Reforma Tributária representa uma das maiores mudanças já vistas no sistema tributário brasileiro. Com um cronograma que vai até 2033, o desafio das empresas e escritórios de contabilidade será <strong>adaptar processos, sistemas e rotinas fiscais</strong> já em 2025 para estarem prontos no ano-teste de 2026.</p>



<p>A <strong>DNA Financeiro</strong> apoia contadores em todo o Brasil com soluções de automação, integração de documentos fiscais e ferramentas de gestão financeira que ajudam a acompanhar as mudanças da Reforma Tributária com segurança e eficiência.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Nova Regra da Receita Federal Exige Escolha do Regime Tributário Já na Abertura do CNPJ: Entenda o Que Muda</title>
		<link>https://dnafinanceiro.com/blog/nova-regra-cnpj-2025/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nova-regra-cnpj-2025</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Porto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 21:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[dnafinanceiro]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de 27 de julho de 2025, empreendedores que desejam abrir uma empresa no Brasil deverão escolher obrigatoriamente o regime tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) ainda no ato de inscrição do CNPJ. A mudança foi oficializada pela Nota Técnica nº 181/2025 da Receita Federal e representa uma transformação significativa no processo de formalização de negócios no país.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de <strong>27 de julho de 2025</strong>, empreendedores que desejam abrir uma empresa no Brasil deverão escolher obrigatoriamente o <strong>regime tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real)</strong> ainda no ato de inscrição do CNPJ. A mudança foi oficializada pela <strong>Nota Técnica nº 181/2025</strong> da Receita Federal e representa uma transformação significativa no processo de formalização de negócios no país.</p>



<p>Neste artigo, você vai entender:</p>



<ul>
<li>O que mudou com a nova regra;<br></li>



<li>Como essa exigência impacta a abertura de empresas;<br></li>



<li>Por que a escolha do regime tributário é uma decisão estratégica;<br></li>



<li>Dicas práticas para não errar nesse momento;<br></li>



<li>E como a contabilidade pode ser uma aliada essencial.<br></li>
</ul>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que mudou com a Nota Técnica nº 181/2025?</strong></h2>



<p>Antes da mudança, o empreendedor podia abrir o CNPJ e definir o regime tributário em até 60 dias após o deferimento. Agora, com a publicação da <strong>Nota Técnica nº 181/2025</strong>, essa escolha passa a ser <strong>obrigatória e prévia à emissão do CNPJ</strong>. Ou seja, sem definir o regime tributário, o CNPJ não será emitido.</p>



<p>Essa alteração está sendo viabilizada por meio do <strong>novo Módulo AT (Administração Tributária)</strong>, implementado na <strong>Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim)</strong>. A ferramenta faz a integração direta entre a Receita Federal, os fiscos estaduais e os municípios.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que isso significa na prática para quem vai abrir empresa?</strong></h2>



<p>A principal consequência é que o empreendedor precisará ter <strong>conhecimento tributário já na fase inicial do negócio</strong>. Como cada regime possui regras, alíquotas e obrigações diferentes, uma escolha mal feita pode resultar em:</p>



<ul>
<li>Pagamento excessivo de impostos;<br></li>



<li>Multas e penalidades por enquadramento inadequado;<br></li>



<li>Dificuldade de alteração posterior;<br></li>



<li>Perda de competitividade no mercado.<br></li>
</ul>



<p>Por isso, o <strong>apoio de um contador especializado</strong> se tornou ainda mais indispensável.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os regimes tributários disponíveis?</strong></h2>



<p>Na hora de abrir o CNPJ, o empreendedor deverá optar entre três regimes:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Simples Nacional</strong></h3>



<p>Voltado para micro e pequenas empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões/ano. Unifica diversos tributos em uma única guia (DAS).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Lucro Presumido</strong></h3>



<p>Indicado para empresas com faturamento até R$ 78 milhões/ano. A base de cálculo do imposto é presumida, conforme a atividade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Lucro Real</strong></h3>



<p>Obrigatório para grandes empresas ou atividades específicas. Impostos calculados sobre o lucro líquido real da empresa.</p>



<p>A escolha do regime adequado depende de fatores como <strong>atividade econômica, faturamento estimado, margem de lucro, quantidade de funcionários e estrutura do negócio</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que essa mudança representa uma virada para os empreendedores?</strong></h2>



<p>Essa obrigatoriedade representa um <strong>marco na formalização de empresas no Brasil</strong>, pois antecipa uma decisão que antes podia ser tomada com mais tempo e acompanhamento. Agora, o empreendedor precisa de um <strong>planejamento tributário</strong> estruturado antes mesmo de emitir o CNPJ.</p>



<p>Além disso, a mudança força uma maior integração entre os sistemas públicos e exige adaptação por parte dos contadores, Juntas Comerciais e órgãos estaduais e municipais até <strong>26 de julho de 2025</strong>, véspera da entrada em vigor da regra.</p>



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    </a>
</div>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como se preparar para essa nova exigência?</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Estude ou consulte um contador antes de iniciar o processo</strong></h3>



<p>Evite decisões precipitadas: o regime tributário deve ser definido com base em dados, simulações e projeções.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Simule cenários com base no faturamento previsto</strong></h3>



<p>A margem de lucro, folha de pagamento e natureza do serviço/produto devem guiar essa análise.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Reforce o planejamento tributário na etapa de abertura</strong></h3>



<p>Essa etapa deixou de ser apenas burocrática e se tornou estratégica.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Utilize ferramentas especializadas para abertura de empresa</strong></h3>



<p>Plataformas digitais com suporte contábil podem agilizar e facilitar o processo, garantindo que sua empresa já comece da forma correta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O papel estratégico da contabilidade nesse novo cenário</strong></h2>



<p>A atuação da classe contábil ganha ainda mais relevância a partir dessa mudança. O contador deixa de ser um mero processador de dados para se tornar um <strong>consultor tributário na linha de frente</strong>, apoiando a escolha correta do regime, evitando prejuízos e garantindo a saúde fiscal do negócio.</p>



<p>Empresas que contam com uma contabilidade orientada para resultado têm mais chance de sucesso desde o nascimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão: o CNPJ agora nasce com planejamento</strong></h2>



<p>A escolha do regime tributário no ato de abertura do CNPJ é mais do que uma exigência burocrática — é uma <strong>decisão estratégica que pode impactar todo o futuro do seu negócio</strong>. Não se trata apenas de formalizar uma empresa, mas de estruturar um modelo fiscal eficiente, sustentável e alinhado aos objetivos da empresa desde o primeiro dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Está abrindo empresa? Faça isso com quem entende!</strong></h2>



<p>Na <strong>DNA Financeiro</strong>, você encontra <strong>suporte completo para abertura de empresa com planejamento tributário inteligente</strong>. Nossa equipe contábil te ajuda a escolher o melhor regime, simula cenários e cuida de toda a parte burocrática. E o melhor: 100% online.</p>



<p>Comece sua empresa do jeito certo — com DNA Financeiro.</p>



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